
O TREINAMENTO NO IPR
O DNER, desde cedo, procurou estruturar-se no sentido de prover a necessária capacitação de sua equipe técnica para o desempenho das missões regimentais que lhe cabiam na implantação, manutenção e operação da rede rodoviária federal.
A preocupação com a reciclagem e constante aperfeiçoamento de seus técnicos fez com que ao longo do tempo, acompanhando mudanças na organização estrutural, a área de treinamento fosse administrada de modo abrangente, com realização de atividades que incluíam não só a promoção de cursos, como o preparo de bibliografia técnica relevante, a realização de viagens técnicas e a participação de seus especialistas em Congressos, Conferências e Seminários nacionais e internacionais.
Desde 1945, por intermédio do Laboratório Central, embrião da Divisão de Pesquisas do IPR, o DNER cuidou de implantar uma rede de laboratórios distritais que buscou o caminho do treinamento e da especialização de engenheiros e laboratoristas que trabalhavam diretamente no campo, na implantação das rodovias em todo o território nacional.
Estes cursos de treinamento de laboratoristas, pavimentação, drenagem e outros, graças ao nível de seus instrutores, eram freqüentados também por técnicos das firmas empreiteiras, alunos de escolas técnicas e de engenharia, técnicos dos DER, dos Batalhões Rodoviários e do pessoal da Aeronáutica, encarregado da construção e pavimentação dos aeroportos.
Com a criação do IPR - CNPq em 1957 o treinamento e as pesquisas rodoviárias tomaram um novo impulso e podemos distinguir três fases distintas:
1a fase, de 1957 a 1972 - com o IPR subordinado ao CNPq.
2a fase, de 1972 a 1990 - com o novo IPR incorporado como Diretoria do DNER.
3a fase, de 1990 a 2002 - com a reestruturação do IPR e criação da Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico.
4ª fase, desde 2002 - criação do DNIT, incorpo-rando o DNER e conseqüentemente o IPR.
A seguir é apresentado um resumo das diversas atividades de Treinamento do IPR
em cada uma dessas fases.
O Treinamento no IPR – fase CNPq (de 29/08/1957 a 17/11/1972)
Com o crescimento das atividades de construção rodoviária no final dos anos 50 e a necessidade de um órgão técnico especializado para promover e estimular o desenvolvimento das pesquisas e a difusão das informações sobre inovações tecnológicas, na área rodoviária, foi criado, nos moldes do HRB - Highway Research Board - em 29 de agosto de 1957, o Instituto de Pesquisas Rodoviárias, subordinado ao Conselho Nacional de Pesquisas.
Nesta fase, além de manter um corpo de pesquisadores, o IPR se dedicou a formar especialistas e auxiliares técnicos para serviços de laboratórios e de campo, com apoio da equipe do então Laboratório Central do DNER. Além de auxiliar as organizações existentes que se dedicaram às pesquisas rodoviárias, o IPR-CNPq promoveu diversas conferências, congressos e seminários nacionais e internacionais. Com o intercâmbio de pessoal técnico-científico, abriu-se a possibilidade de enviar engenheiros brasileiros ao exterior que, ao retornarem, com uma bagagem de conhecimentos tecnológicos significativa, tornaram-se pioneiros no emprego de novas técnicas que eram transmitidas aos rodoviários do DNER e dos DER, por meio de cerca de 335 cursos que o IPR desenvolveu, principalmente nas áreas da Engenharia Rodoviária, em especial, Pavimentação e Engenharia de Tráfego, habilitando 10.845 técnicos de nível superior.
A regularidade e o padrão de qualidade dos principais cursos instituídos pelo IPR, tornaram possível compensar deficiências de então no processo de graduação e especialização de nossos formandos dentro da maior parte das universidades.
Através destes cursos, prepararam-se gerações de engenheiros rodoviários, oriundos de ou destinados a trabalhar em órgãos estaduais de estradas de rodagem e na iniciativa privada e, com freqüência, originários de países vizinhos da América Latina.
Neste período foram instalados núcleos do IPR nos Estados facilitando o entrosamento com as Universidades e com os órgãos rodoviários estaduais e municipais.
Os cursos do IPR neste período abrangeram as seguintes áreas:
· Engenharia Rodoviária (uma visão geral)
· Pavimentação Rodoviária
· Engenharia de Tráfego
· Geologia
· Concreto Protendido
· Formação de Laboratorista
· Topografia
· Aplicação da Computação Eletrônica à Engenharia Rodoviária
· Análise e Controle Estatístico
· Administração Rodoviária
· Recuperação de Pavimentos
· Conservação Rodoviária
· Desenho Técnico
· Controle de Qualidade de Concretos Betuminosos
· Solo Cimento
· Policiamento Rodoviário
· Economia Rodoviária
· Conservação da Natureza
· PERT/CPM
· Mecânica dos Solos
· Cisalhamento dos Solos
· Recapeamento Betuminoso
· Deformação de Pavimentos
· Medição e Reajustamento
· Manutenção de Equipamentos Rodoviários
· Operação de Máquinas e Equipamentos
· Operação de Tráfego Rodoviário
· Mecânica das Rochas
· Matemática aplicada à Engenharia Rodoviária
· Transportes Urbanos
O Treinamento no IPR – fase DNER (de
17/11/1972 a 05/06/2001)
No ano de 1972, com a fusão da então Divisão de Pesquisas e Normas Técnicas do DNER (antigo Laboratório Central) com o Instituto de Pesquisas Rodoviárias do CNPq, surgiu o novo IPR como uma Diretoria Setorial do DNER. Por intermédio da dinamização das diversas atividades de transferência de tecnologia e publicação de relatórios de pesquisas e comunicações técnicas, atualização de normas e manuais técnicos, realização de seminários e reuniões de trabalho para acompanhamento das pesquisas, cursos para difusão de novas técnicas, e com o apoio de um sistema de informações técnico-científicas, abrangendo serviço de biblioteca, informações sobre pesquisas em andamento em todo mundo, recursos audiovisuais e gráfica, o IPR propiciou aos engenheiros e técnicos rodoviários um melhor aproveitamento do resultado das pesquisas realizadas no Brasil e no exterior.
A transferência do IPR do CNPq para o DNER facilitou o entrosamento e propiciou um melhor aproveitamento de uma integração já existente em todo o Brasil do DNER com os DER e as Universidades. O IPR-DNER passou a ter uma estrutura administrativa capaz de atender às necessidades do desenvolvimento tecnológico pelo incremento da pesquisa, pela sistematização da informação tecnológica e da normalização, e pela dinamização do treinamento técnico.
A celebração de convênios de Cooperação Técnica com as Universidades, através do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras, concretizou uma integração, já existente desde o tempo do CNPq, e propiciou a criação de Núcleos de Desenvolvimento Tecnológico de Transportes – NDTT, nas Universidades, tendo sido capacitados nestes cursos mais de 6.000 técnicos rodoviários.
Cursos com abordagem de técnicas mais avançadas foram realizados, tais como:
A partir de 1980 com a "Metodologia de Transferência Interna de Tecnologia", obteve-se um maior entrosamento entre o treinamento, a informação e a divulgação de inovações tecnológicas. Nesta época 1980/82, o IPR contratou projetos de transferência de tecnologia.
Naquela década, com a acentuada redução de investimentos no setor rodoviário, novas metas tiveram prioridades, com o apoio do Banco Mundial - a conservação da malha rodoviária e a capacitação de pessoal através um "Programa de Treinamento em Manutenção de Equipamentos de Rodovias", com apoio dos DER de PE, RN, MA e PA e do 16º DRF - SC. Este programa abrangeu, até 1989, mais de 2.000 técnicos treinados e culminou com a implantação dos Centros de Treinamento de Garanhuns, Lages e Mossoró. Com a adoção por parte do DNER da Conservação Contratada, esses Centros de Treinamento perderam a razão de ser e diversos foram repassados aos DER.
O Programa Emergencial para Capacitação de Pessoal do DNER
O DNER vinha sofrendo nos anos anteriores, uma redução expressiva nos seus orçamentos anuais. A extinção do Fundo Rodoviário Nacional, e as tentativas malogradas de sua retomada e de implantação do selo pedágio, provocaram as sensíveis reduções do seu orçamento ao longo dos anos.
A redução dos recursos financeiros do DNER provocou a deterioração da rede rodoviária federal, criando a necessidade de um enorme esforço de conservação e restauração das estradas. Para realização desta enorme tarefa, era necessária a retomada das atividades de conservação contratada, sendo primordial o treinamento emergencial do seu pessoal técnico.
Em 1990, a nova estrutura do IPR - então denominado “Diretoria de Desenvolvimento Tecnológico” - adaptada aos seus novos objetivos institucionais e com a total renovação de seus quadros, passou a dar prioridade à capacitação tecnológica e gerencial da equipe do DNER e de toda comunidade rodoviária. Com o apoio do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD, o DNER implantou o "Programa Emergencial para Capacitação de Pessoal do DNER - PECP” que atendia ao "Diagnóstico das Necessidades de Capacitação Tecnológica e Gerencial do Setor Rodoviário" produzido pela USP-LDTT em julho de 1992.
Neste programa foram detalhados inicialmente cursos que cobriam 12 áreas diagnosticadas como prioritárias.
Nº |
CÓD |
TÍTULO DO CURSO |
ANO |
1 |
RR-1 |
Restauração Rodoviária |
1993-1997 |
2 |
PD-2 |
Microinformática e Processamento de Dados |
1993-1997 |
3 |
CR-3 |
Conservação Rodoviária |
1993-1997 |
4 |
CT-4 |
Custos Rodoviários |
1994-1999 |
5 |
OR-5 |
Operação Rodoviária |
1994-1997 |
6 |
SR-6 |
Supervisão de Obras Rodoviárias |
1994-1997 |
7 |
GP-7 |
Geotecnia e Pavimentação Rodoviária |
1994-1997 |
8 |
AM-8 |
Asfaltos e Misturas Asfálticas |
1994-1997 |
9 |
RP-9 |
Reciclagem de Pavimentos |
1994-1999 |
10 |
GR-10 |
Gerência de Conservação Rodoviária |
1994-1997 |
11 |
CL-11 |
Chefia e Liderança |
1994-1999 |
12 |
IA-12 |
Impacto Ambiental |
1994-1997 |
Ao final deste processo, novo Levantamento das Necessidades de Treinamento - LNT foi realizado, diagnosticando determinadas áreas para as quais foram desenvolvidos e ministrados os cursos citados abaixo.
Nº |
CÓD |
TÍTULO DO CURSO |
ANO |
13 |
HD-13 |
Hidrologia e Drenagem |
1995-1997 |
14 |
CQ-14 |
Controle da Qualidade |
1995-1997 |
15 |
TS-15 |
Tráfego e Segurança Rodoviária |
1995-1997 |
16 |
PE-16 |
Projeto de Engenharia Rodoviária |
1995-1997 |
17 |
HDM-17 |
Utilização do HDM |
1997 |
18 |
VER-18 |
Viabilidade Econômica para Restauração de Rodovias |
1997 |
19 |
SGP-19 |
Sistemas de Gerência de Pavimentos |
1997 |
20 |
TVR-20 |
Técnica de Utilização do Vídeo-Registro |
1997 |
21 |
FCC-21 |
Fiscalização de Contratos de Concessões |
1998 |
22 |
GOF-22 |
Gestão Orçamentária e Financeira no Serviço Público |
1998 |
23 |
CIE-23 |
Atendimento ao Questionamento de Controle Interno e Externo |
1998 |
24 |
ERT-24 |
Elaboração de Relatórios Técnicos |
1999 |
25 |
OEM-25 |
Organização & Métodos |
1999 |
Nos anos 1994 e 1995, o DNER estabeleceu um convênio com os DER do Maranhão, Tocantins e Piauí, denominado Convênio DERMATOPI, por intermédio do qual foram treinados centenas de servidores daqueles órgãos conjuntamente aos do DNER.
Paralelamente à programação normal foram realizados mediante convênio com o Ministério do Exército os seguintes cursos:
Convênio com o IME - Instituto Militar de Engenharia
N° |
TÍTULO DO CURSO - IME |
ANO |
1 |
Gestão Ambiental para Empreendimentos Rodoviários |
1997/1998 |
2 |
Tecnologia Básica de Concreto |
1997/1998 |
3 |
Pavimentos Rígidos |
1997/1998 |
4 |
Tecnologia de Solos |
1997/1998 |
5 |
Projeto e Dimensionamento de Concreto Armado |
1997/1998 |
6 |
Gestão Ambiental para Empreendimentos Rodoviários |
1997/1998 |
7 |
Tecnologia Básica de Concreto |
1997/1998 |
8 |
Pavimentos Rígidos |
1997/1998 |
9 |
Tecnologia de Solos |
1997/1998 |
10 |
Projeto e Dimensionamento de Concreto Armado |
1997/1998 |
Além desses cursos, cujo desenvolvimento foi contratado, outros cursos foram desenvolvidos e aplicados exclusivamente
N° |
TÍTULO DOS CURSOS |
ANO |
1 |
Tecnologia Rodoviária (NM) |
1987 |
2 |
Aterros sobre Solos Moles e Noções sobre o Método dos Elementos Finitos - Introdução ao Projeto de |
1988 |
3 |
Informática (Inforbase Módulo II - AS) - Programa de Treinamento em |
1988 |
4 |
Informática (Inforbase) - Programa de Treinamento em (Módulo I - Básico). |
1988 |
5 |
Informática (Inforbase) - Programa de Treinamento em (MÓDULO I/II-Básico/AS) |
1988 |
6 |
Pavimentação Rodoviária - NM |
1988 |
7 |
Pavimentação Rodoviária - NS |
1988 |
8 |
Solos - Mecânica dos |
1988 |
9 |
Taludes - Estabilidade e Contenção de |
1988 |
10 |
AS (Application System - Básico) |
1989 |
11 |
Estradas de Terra - Manutenção e Conservação de |
1989 |
12 |
Instrumentação em Engenharia Rodoviária - Seminário de |
1989 |
13 |
Pavimentação - Atualização de Conhecimentos de serviços de |
1989 |
14 |
Terraplanagem |
1989 |
15 |
Avaliação de Obras Rodoviárias com a Utilização de Equipamentos não Destrutivos |
1990 |
16 |
Ensaio Miniatura - Técnicas de |
1990 |
17 |
Gerência Rodoviária a Nível de Rede |
1990 |
18 |
Pavimentos - Sistema Gerencial de |
1990 |
19 |
Pavimentos Flexíveis - Controle de Qualidade nos Serviços de Restauração de |
1990 |
20 |
Pavimentos para fins de Conservação e Restauração - Avaliação Estrutural e Funcional de |
1990 |
21 |
Processo Decisório - Introdução ao |
1990 |
22 |
Taludes Rodoviários - Gerência de |
1990 |
23 |
Pavimentos - Sistema Gerencial de |
1991 |
24 |
Pavimentos Flexíveis - Controle de Qualidade na Restauração dos Serviços de |
1991 |
25 |
Segurança Integrado - Programa de |
1991 |
26 |
Taludes Rodoviários - Gerência de |
1991 |
27 |
AS (Application System) |
1992 |
28 |
Pavimentos de Baixo Custo - A Experiência Brasileira em |
1992 |
29 |
Sinalização Rodoviária |
1992 |
30 |
Pavimentos - Sistema Gerencial de |
1993 |
31 |
Pedreiras e Seleção de Agregados para Rodovias - Investigação de |
1993 |
32 |
Topografia – Geodésia – Aerofotogrametria, Intensivo de |
1993 |
33 |
Manutenção de Máquinas (motores veiculares) |
1994 |
34 |
Sensoriamento Remoto Aplicado à Engenharia Rodoviária |
1994 |
35 |
Solos e Aplicações de Geossintéticos - Reforços de |
1994 |
36 |
Análise de Materiais para Sinalização Horizontal |
1995 |
37 |
Engenharia Rodoviária - Convênio DERMATOPI |
1995 |
38 |
Implantação Básica de Rodovias |
1995 |
39 |
Informática - Introdução à |
1995 |
40 |
Obras de Arte Especiais – Projeto, Construção e Gerenciamento de |
1995 |
41 |
Pavimentação Rodoviária - Técnicas de |
1995 |
42 |
Planejamento Estratégico |
1995 |
43 |
Rodovias Vicinais |
1995 |
44 |
Tecnologia Rodoviária |
1995 |
45 |
Windows Básico - Introdução ao |
1995 |
46 |
Windows - Introdução ao |
1995 |
47 |
Windows Avançado - Introdução ao |
1995 |
48 |
Microinformática - Introdução à |
1996 |
49 |
Microinformática e ao Windows95 - Introdução à |
1996 |
50 |
Montagem e Manutenção de Microcomputadores |
1996 |
51 |
Relações Humanas |
1996 |
52 |
Windows 95 - Introdução ao |
1996 |
53 |
Word 7.0 - Introdução ao |
1996 |
54 |
Word e ao Excel - Introdução ao |
1996 |
55 |
Access - Introdução ao |
1997 |
56 |
Excel 7.0 - Introdução ao |
1997 |
57 |
Conceitos Básicos sobre Empresas e Processo Estratégico - I |
1998 |
58 |
Direção Defensiva |
1998 |
59 |
Resgate e Salvamento de Acidentados |
1998 |
60 |
Capacitação de Motoristas para Renovação da Carteira Nacional de Habilitação |
1999 |
61 |
Treinamento em Desenvolvimento Gerencial |
1999 |
62 |
ISO 14000 - Gestão Ambiental |
2001 |
63 |
ISO 9001 - Gestão da Qualidade |
2001 |
IPR – fase DNIT (de 05/06/2001 em diante)
Em 2003, com recursos do BID, foram desenvolvidos e ministrados cursos cobrindo as seguintes nove áreas:
Nº |
CÓD |
TÍTULO DO CURSO |
ANO |
1 |
A-1 |
Capacitação Gerencial |
2003-2004 |
2 |
A-2 |
Auditoria de Licitações e Contratos |
2003-2004 |
3 |
A-3 |
Contabilidade Aplicada à Administração Pública |
2003-2004 |
4 |
A-4 |
Acompanhamento de Estudos e Projetos Rodoviários |
2003-2004 |
5 |
A-5 |
Engenharia de Tráfego na Redução e Prevenção de Acidentes de Trânsito |
2003-2004 |
6 |
A-6 |
Avaliação Ambiental de Projetos Rodoviários e Controle de Transporte de Produtos Perigosos |
2004-2005 |
7 |
A-7 |
Direito Ambiental |
2004-2005 |
8 |
A-8 |
Administração da Manutenção Rodoviária |
2004-2005 |
9 |
A-9 |
Controle da Qualidade da Obra |
2004-2005 |
Não foram incluídos nessas relações, os seminários, congressos, “workshops”, promovidos pelo IPR, devido à prolongada extensão da lista.
HISTÓRICO DO TREINAMENTO DO IPR - QUADRO RESUMO |
|||
Período |
Subordinação |
N° de Alunos |
N° de Cursos |
de 29/08/1957 a 17/11/1972 |
CNPq |
10.845 |
335 |
de 17/11/1972 a 05/06/2001 |
DNER |
12.773 |
620 |
de 05/06/2001 em diante |
DNIT |
1.496 |
61 |
|
Totais |
25.114 |
1.016 |
SÉRIE HISTÓRICA DO TREINAMENTO DO IPR


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